Questão 61282
Vitório, com 16 anos de idade, vive com a mãe Dulce, seu pai e sua irmã. Ele cursa o segundo ano do ensino médio e tem diagnóstico de epilepsia. Nos últimos dois meses, tem resistido em tomar a medicação, porém tem escondido o fato da família. O diálogo a seguir foi travado entre a mãe e uma amiga.
-- Ah, Nena, tenho Bcado muito preocupada com Vitório. As crises parecem ter piorado. O que será do meu menino? Os colegas ficam com receio quando ele tem as crises...
-- Dulce, não pense nessas coisas. Ele está estudando e vai bem na escola. Mas por que será que isso tá acontecendo, Dulce?
-- Não sei, acho que o remédio está fraco.
Dona Dulce percebe que Vitório está atrasado e fica bastante apreensiva.
-- O Vitório ainda não chegou, será que aconteceu alguma coisa?
Dez minutos depois a campainha toca e Dona Dulce vai atender.
-- Boa tarde! A senhora é a mãe do Vitório?
-- Sim, o que aconteceu?
-- Eu sou Antonio, auxiliar de enfermagem do Hospital Municipal. Vim trazer o Vitório.
Antonio abre a porta da ambulância para Vitório sair.
Dulce sente um frio na barriga.
-- O meu filho está bem?
-- Agora está tudo bem, mas ele foi levado ao hospital no início da tarde e Bcou quase uma hora inconsciente. Os colegas da escola disseram que ele caiu no chão, Bcou tremendo todo e começou a sair uma espuma da boca. Eles Bcaram muito assustados e levaram o Vitório ao pronto socorro. Vi que na carteira, ele tinha uma receita de Fenobarbital 100 mg para tomar de 12 em12 horas. A senhora precisa verificar se ele está tomando certinho.
-- Pode deixar. Antonio. Como você está meu filho?
-- Ai mãe, agora estou bem, mas começou como das outras vezes. Comecei a ter aquele mal-estar na boca do estômago e depois não me lembro de mais nada... ai, mãe, que vergonha... acho que não vou mais pra escola.
Na situação descrita,